Quinta-feira, 17 de Março de 2011
Entrega do módulo TP2 (2/3)
Estudo da Viabilidade Técnica
 
 
 
 
Server-side
 
·         Hardware
 
o   Servidor é essencial para o desenvolvimento da aplicação.
 
Forças:
- Facilidade de manutenção.
- Segurança elevada.
- Facilidade em gerir as permissões dos utilizadores.
- Capacidade de armazenamento e processamento elevadas.
 
Fraquezas:
- É necessário acesso à rede.
- Com o acesso de muitos clientes ao mesmo tempo pode entrar em sobrecarga.
- Pode implicar custos adicionais.
 
Fontes consultadas e datas de consulta:
http://elderstroparo.blogspot.com/2010/05/cliente-servidor-vantagens-e.html(17/03/11);
http://infiltrados-ufs.blogspot.com/2008/05/tipos-de-redes.html (17/03/11);
 
 
·         Software
É necessário que no servidor esteja instalado um sistema operativo que permita a instalação de MySQL e Apache. Para isto, existem duas soluções mais viáveis: Windows e Linux. Em baixo encontram-se listadas as forças e fraquezas destes softwares.
 
o   Windows é o sistema que a maioria dos elementos do grupo tem instalado nos seus computadores.
 
Forças:
- Mais conhecido pelo público geral.
- É o software mais desenvolvido.
- É mais fácil de utilizar.
- Sistema de referência utilizado pela maior parte dos fabricantes de computadores.
 
Fraquezas:
- Código fechado.
- Custo elevado.
- Maior susceptibilidade ao ataque de vírus.
- É o sistema operativo mais instável.
- A maior parte do software para este sistema é pago.
 
o   Linux outro sistema operativo a ter em conta para o desenvolvimento da aplicação.
 
Forças:
- Código aberto.
- Maior protecção contra o ataque de vírus.
- Existe uma grande quantidade de software livre para este sistema.
- Maior estabilidade, inclusivamente para o trabalho com servidores.
- Maior rapidez quando empregado para servidores.
- Não precisa de um software poderoso para ter uma boa performance.
- É grátis (ou pagamento opcional).
- Vulnerabilidades, falhas, erros e bugs corrigidos mais rapidamente.
 
Fraquezas:
- Menos conhecido pelo público em geral;
- A configuração inicial pode ser mais complicada;
- Alguns dispositivos de última geração não estão suportados;
- Não trabalha muito bem com ASP (Active Server Pages);
- Não pode executar MS SQL Server ou MS Exchange;
 - Não compatível com sistemas Windows ou partições NTFS;
 
o   Apache para que os ficheiros hospedados no servidor possam ser acedidos por outros utilizadores via internet, é necessária a instalação do Apache.
 
Forças:
- O download é livre e open-source.
- É suporte em mais de 54,68% de todos os sites.
- Funciona em diversos sistemas operativos (Windows, Novell Netware, OS/2, Unix, Linux, FreeBSD, etc).
- É flexível e consegue adquirir novas funcionalidades através da capacidade que tem de se combinar com outros tipos de softwares baseados em programação modular, suportando assim vários tipos de linguagens como Perl, Python, Tcl e PHP.
 
Fraquezas:
- O seu interface de linha de comandos pode ser uma limitação para os utilizadores.
- O suporte técnico concedido por newsgroups pode não ser o mais adequado para a maior parte dos utilizadores
 
o   MySQL é o sistema de base de dados que vamos utilizar pois permite a exportação dos dados para XML (que por sua vez irá ser alojado localmente, no dispositivo móvel do utilizador).
 
Forças:
- Um dos sistemas de bases de dados mais utilizados do mundo.
- Facilidade de integração com o PHP.
- Não necessita de grandes recursos de hardware.
- É compatível com várias linguagens de programação como Delphi, Java, C/C++, C#, Visual Basic, Python, Perl, PHP, ASP e Ruby.
- Sistema estável e de uso simplista.
- Funciona em inúmeras plataformas.
- Facilita a iniciação de novos utilizadores.
 
Fraquezas:
- É necessário comprar uma licença em caso de utilização para fins comerciais.
 
Fontes consultadas e datas de consulta:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_Apache(17/03/11);
http://www.ehow.com/list_6499181_strengths-weaknesses-apache-server_.html (17/03/11);
http://pt.wikipedia.org/wiki/MySQL (17/03/11);
http://www.mysql.com/ (17/03/11);
http://www.philadelphia.edu.jo/courses/PHP/PHP%20Power%20Programming.page178.pdf(17/03/11);
http://www.kirupa.com/web/mysql_xml_php.htm (17/03/11);
http://cindhy.wordpress.com/2008/05/28/19/ (17/03/11);
http://es.scribd.com/doc/8566493/Ventajas-e-Inconvenientes-de-Linux-y-Windows (17/03/11);
http://anotherfreakintheworld.blogspot.com/2008/11/ventajas-e-inconvenientes-i-windows-xp.html (17/03/11);
http://www.linux.com/ (17/03/11);
http://en.wikipedia.org/wiki/Windows_Server_2003 (17/03/11);
http://en.wikipedia.org/wiki/Linux (17/03/11);
http://www.microsoft.com/windows/ (17/03/11);

 

 
·         APIs
 
o   ZXing* (Zebra Crossing) é uma biblioteca de código open-source para processamento de códigos de barras 1D ou 2D que suporta a descodificação do código QR.
 
Forças:
- É a biblioteca de leitura de códigos QR mais utilizada para desenvolvimento de projectos em Android.
- Biblioteca open-source.
 
Fraquezas:
- Apesar de ser de fácil implementação, os conhecimentos limitados de Objective C podem revelar-se como um entrave.
 
Fontes consultadas e datas de consulta:
http://www.androidpt.com/ (14, 15/03/11);
 
 
·         Linguagens
As linguagens estão representadas no server-side, assim como as frameworks, mas vão-se reflectir também no client-side.
 
o   HTML, CSS, JavaScript, PHP, Ajax
 
Forças:
- Linguagens já aprendidas e dominadas pelos membros do grupo, o que torna todo o processo de desenvolvimento da aplicação maisfluido e rápido.
- São linguagens universais, facilitando o processo de problem solving.
 
Fraquezas:
- Não são linguagens nativas da Android, para utilizar estas tecnologias, é necessário encontrar frameworks que permitam a sua utilização, posteriormente exportando-as para Objective C de maneira a poderem ser interpretadas nos dispositivos móveis desejados.
- Visto que não se trabalha directamente na linguagem nativa de Android, a integração de APIs e pequenos "tweaks" é dificultada.
 
o   Objective C*
 
Forças:
- As fraquezas das linguagens anteriormente referidas são, no fundo, as forças do Objective C: trata-se da linguagem nativa Android, pelo que a programação é directa e a implementação de APIs é facilitada.
- Não requer também a utilização de qualquer framework.
 
Fraquezas:
- Implica um processo de aprendizagem da linguagem pelos elementos do grupo, o que pode também resultar num período maior de desenvolvimento da aplicação.
- Diminuída capacidade de problem solving e debugging.
 
Fontes consultadas e datas de consulta:
http://www.anscamobile.com/corona/(15/03/2011);
http://www.sencha.com/(15/03/2011);
http://jqtouch.com/(15/03/2011);
http://www.phonegap.com/(15/03/2011);
http://www.appcelerator.com/ (15/03/2011);
 

 

 
·         Frameworks
Visto que existe alguma disputa entre os principais sistemas operativos móveis, é raro que haja, de facto, uma escolha sobre que sistema operativo utilizar (iOS, Android, Blackberry, Windows Mobile...). Para ultrapassar este obstáculo, as equipas de desenvolvimento de aplicações móveis optam frequentemente por utilizar frameworks. Estas frameworks têm como função a exportação de um código único para várias plataformas distintas, permitindo assim uma única programação ao invés de 2 ou 3 distintas. Sendo que as tecnologias e linguagens aprendidas até agora são bastante conhecidas e utilizadas (HTML, CSS, JavaScript, AJAX, PHP...), partimos em busca de frameworks que nos permitissem utilizar esses conhecimentos e exportá-los para Android.
 
o   Corona SDK* permite desenvolver plataformas cruzadas para diferentes sistemas.
 
Forças:
- Está disponível tanto para Mac como para Windows.
- Tem capacidade de adaptar a programação efectuada a sistemas operativos distintos.
- Quando instalado num Mac permite desenvolver aplicações para iOS e Android.
- As frameworks disponíveis permitem reduzir o tempo de programação e as linhas de código.
 
Fraquezas:
- Quando instalado em Windows apenas permite desenvolver aplicações para Android.
- É necessário passar a aplicação desenvolvida para Mac para que possa ser usada em iOS.
- Está mais direccionada para o desenvolvimento de jogos.
 
Fontes consultadas e datas de consulta:
http://www.anscamobile.com/corona/(15, 17/03/2011);
 
 

 

Outros requisitos técnicos
 
o   QRcode vão ser os códigos identificativos dos POIs, que vão corresponder a um ID na base de dados de POIs.
 
Forças:
- Baixo custo.
- Fácil de gerar, pode ser impresso numa impressora vulgar em papel comum.
- Fácil utilização.
- Neste momento há na Web imensos leitores e geradores de códigos QR.
- Generalização da utilização dos códigos QR, em revistas, panfletos, sites, etc.
 
Fraquezas:
- Necessita de um leitor para ter utilidade.
- Necessita de linha de vista entre o código e o leitor.
- Reconhecível a uma pequena distância do código.
 
o   Sinalética e Hotspot vão estar divididos em duas partes, assinalados na entrada com informação sobre o download da aplicação e instruções de uso e assinalados à saída para o upload de informação recolhida pelo utilizador durante a visita. Em alguns locais, devido às características físicas do mesmo, a sinalética de entrada e de saída pode estar junta, no entanto é importante distinguir as duas vertentes para não confundir o utilizador.
 
Forças:
- Dá a conhecer a aplicação ao utilizador.
- Pode funcionar como ‘cartão de visita’.
- A sinalética é simples e intuitiva, baseando-se em modelos universais.
- Disponibiliza instruções simples de fácil compreensão.
 
Fraquezas:
- Em condições de outdoor pode-se deteriorar com o tempo.
- Nos locais em que a sinalética de entrada e saída estão no mesmo sitio podem confundir o utilizador.
- Embora o design e concepção fiquem a cargo dos developers, a sinalética vai ser colocada pelos responsáveis pelos POIs o que pode gerar problemas de má colocação e confundir o utilizador.
 
Fontes consultadas e datas de consulta:
http://qrbcn.com/imatgesbloc/Three_QR_Code.pdf(17/03/11);
 
 
Tabela de correspondência entre requisitos funcionais e viabilidade técnica
viabilidade_tecnica.pdf
 

 




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